Neri, o Carteiro leva à tribuna a situação da RS 122 entre Caxias do Sul e Farroupilha

Deputado pediu urgência para retomada de obras (Foto: Marcelo Bertani)
Deputado pediu urgência para retomada de obras (Foto: Marcelo Bertani)

Na tarde desta terça-feira (12), o deputado Neri, o Carteiro (SOLIDARIEDADE) ocupou a tribuna da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul para manifestar sua insatisfação com as dificuldades de acesso ao bairro Forqueta, pela RS 122 em Caxias do Sul. O deputado visitou o local na última segunda-feira (11) e conferiu as condições do local.

Durante a visita, Neri constatou que os motoristas precisam esperar muito tempo para conseguir atravessar a rodovia e acessar o bairro. Além disso, a precária situação da entrada da localidade é motivo de frequentes queixas de moradores e empresários que há anos reivindicam por melhorias na segurança e no trânsito: “Quando as obras começaram nós tínhamos esperança de que a realidade mudasse, mas a situação está ainda pior”, disse Osmar Mattiello, empresário e proprietário de um posto de combustível na região.

As obras para a construção de uma alça de acesso no trecho do antigo pedágio entre Caxias do Sul e Farroupilha chegaram a ser iniciadas em julho do ano passado, mas pararam pouco tempo depois e não foram mais retomadas. A situação preocupa os motoristas pois há pouca sinalização e, além disso, o estreitamento de pista gerado pelo canteiro de obras causa frequentes congestionamentos e muita lentidão.

Na tribuna, Neri ressaltou que continuará buscando por melhorias nas rodovias da região: “Estamos em contato com o Daer para que sejam retomadas as obras do acesso a Forqueta e também em Fazenda Souza. Não podemos admitir que essas obras paradas causem mais transtorno e perigo aos nossos cidadãos”, concluiu o deputado.

Com uma estimativa de custo de R$ 200 mil, a obra, que iniciou em julho de 2018, deveria ter durado cerca de 10 dias e mesmo assim não foi concluída. Questionado, o DAER justificou a paralisação pela falta de material asfáltico.

Texto: Marisol Santos – MTE 11.578