Desemprego atinge índices alarmantes

paulinho

Apesar das expectativas otimistas de alguns, o desemprego no Brasil não para de surpreender negativamente. O número de postos de trabalho perdidos no 3º trimestre deste ano, encerrado em setembro, segundo dados divulgados pelo IBGE, ficou em 11,8%, próximo da casa dos doze milhões de desempregados, o equivalente ao total da população da cidade de São Paulo, a maior do País.

E foi a indústria, que possui o maior número de trabalhadores com carteira assinada, a principal responsável pela medição negativa: queda de 1,3 milhão de trabalhadores frente a 2015. E muitos dos que continuam empregados passaram a ganhar menos.

Como se não bastasse, até o trabalho informal (sem registro em carteira) encolheu 1,5% em relação ao período de fevereiro a abril deste ano, o que representa 342 mil vagas fechadas para pessoas que trabalhavam por conta própria.

A Força Sindical e as demais centrais, num esforço conjunto para debelar o desemprego, elaboraram um documento, que foi entregue ao governo, contendo propostas para conter a crise gerando emprego e renda. Entre as propostas apresentadas destacamos o Plano Nacional de Renovação Veicular dos automóveis, ônibus, motocicletas, caminhões e tratores, proposta defendida por diversas entidades sindicais e do setor produtivo.

Só falta o governo abrir o diálogo sobre o tema para as coisas começarem a andar!

Paulinho da Força
Deputado federal por São Paulo e presidente nacional do Solidariedade