Nota de repúdio ao estupro coletivo no Rio de Janeiro

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O estupro coletivo nos faz refletir em quantas mulheres e jovens são vítimas desta crueldade, humilhação e desrespeito em nosso País. A mídia não expõe, mas acontece todos os dias em todos os lugares do Brasil. O episódio que ocorreu no Rio de Janeiro foi um caso extremo, mas não raro.

Precisamos lutar contra a violência em cada comunidade, bairros e lares. Os indícios são frequentes e esse tipo de monstros, loucos e psicopatas estão em todos os lugares, independentes das classes sociais.

Roupas, aparência física, horários, festas e bebidas, não estupram, e sim a doença mental de psicopatas que merecem pena de morte. As mulheres devem ser respeitadas, estupro é crime e estrupo coletivo é doença.

Acredito que a comissão de Direitos Humanos deveria parar de discutir casos e começarem a solucionar os problemas, colocando em prática as leis que estão só no papel, pois denúncias são feitas todos os dias.

Nós mulheres precisamos nos manter fortes e à frente desses episódios, uma vez que a violência vem aumentando a cada dia. Precisamos de leis e punições árduas para este tipo de crime. A violência acontece sempre com o lado mais fraco, a humilhação é só com mulheres. Até quando vamos sofrer? Até quando iremos nos privar de usar uma roupa curta? Até quando teremos horários e lugares para andar?

Mulher não é sinônimo de abuso. Mulher é sinônimo de força e precisa ser respeitada e valorizada. Merecemos viver sem medo! As marcas não ferem somente o corpo, e sim a alma e a dignidade da mulher.

Quem gera o homem é a mulher. Precisamos nos conscientizar!

Bárbara Susan

Secretária estadual da Juventude do Solidariedade